O conhecimento comumente é deparado como sendo um dom no seu sentido mais ingénuo. Claro, que podemos concordar com essa permissa, aferindo que é um dom tingível pela vontade das pessoas. Portanto pussuir conhecimento não é nada de estraordinário é uma coisa vulgar, acessível a todas as pessoas. Por norma, todas as pessoas têm um sentido especial para execuir determinado tipo de coisas, ou por outras palavras, é bom a fazer determinado tipo de tarefas. São especialistas e muitas vezes perfeccionistas, expandindo para o além mediano das coisas.
É aqui que surge a curiosidade, aquela vontade aguçada de procurar saber. Uma vez que, quando se tenta transpor, existe a necessidade de um suporte, são necessárias permissas para elaborar uma ideia, ou melhor são necessárias paredes para segurar um telhado. Portanto para ter um telhado tem que haver primeiro as paredes...
No início da abordagem acaba-se por dizer que o conhecimento é um dom, mas é assim que é visto de forma rudimentar na sociedade, talvez "estatuto" sinonimizando seja o conceito mais adquado, pois "dom" possa ser demasiado insigne. De qualquer das maneiras, não de forma alguma se tenta descredibilizar essa idiologia adoptada pela sociedade, pelo contrário. Restituindo na estatutibilidade do conhecimento idializo, na minha forma de opinante, que o respeito e a sua consequente consagração de valor se deve atribuir. É sempre agradável ter um conversação com uma pessoa heroditamente superior que de uma maneira ou outra, acaba por fermentar o nosso conhecimento.
No entanto, também é reavivante quando nos cabe a nós sermos o centro duma conversa onde quem nos redeia escuta atentamento, ou mesmo quando se é abordado para dar um parcer pessoal sobre determinado assunto. Portanto ser culto, projecta sentimento de admiração e respeito numa posição vinculante.
Na vida como não se sobrevive de aparências sentimentalistas, uma vez que no mundo laboral, sem produção não se efectua lucro e sem lucro somos inábeis onde exercemos a profisão. Quem é portador de conhecimento, claro que o conhecimento diverge em diversificadas áreas, mas como já se disse, é alcançavel. Se não somos bons é porque não queremos. É compreensível de forma intelegível que o factor satisfação pessoal é uma factor vinculativo na hora de ser bom naquilo que fazemos. Mas como se custuma dizer quando "juntamos o útil ao agradável"... e mesmo "quando não se tem, procura-se!".
Também é verdade, que na sociedade as pessoas que trabalham onde o conhecimento específico é previligiado são devidamente abonadas por isso. Efectivamente, como não deixaria de ser, que por vezes torna-se uma miséria se equacinarmos a proporcionalidade da actividade mental que deteora a destreza física, onde na generalidade dos casos é mútuo, com a quantidade monetária recebida em troca. Normalmente as pessoas cansam-se de suspirar dizendo "farto-me de trabalhar e ganho uma miséria", o que é verdade. Mas o mercado de trabalho é assim mesmo, quanto maior for oferta de mão de obra menor será a remoneração. Ou porque será, falando de pessoas carismáticas, que o Cristiano Ronaldo é super bem remunerado. A razão será porque o clube não o quererá ver insatisfeito ou ponderando, o impensável, a necessidade de sair.
A pirâmide laboral funciona assim, sou super bom no que faço e sou remunerado por isso, ou tenho um tipo de profissão que exercita muito conhecimento e ginástica mental. Mais uma vez a história da mão de obra. E existe ainda os corruptos que estão situados em postos indevidos que se fartam de ganhar dinheiro sem sequer terem competências para tal.
O tradicional filhinho de papá que estuda gestão, para um dia mais tarde gerir a empresa do paisinho, passa dez anos na universidade para tirar o curso, nos quais 95% do tempo era passado em festas e a ressacar das bebedeiras. Mas a culpa também reside no próprio espírito académico que se vive nas universidades, ao invés de se promover a aculturação, promove-se ao acto de desleixo e passividade....
Portanto se é unânime sacudir com um empurrão neste país que se encontra no cantinho da Europa, é preciso ser bom. É preciso ser bom a escrever, ser bom a construir um edifício, ser bom a ensinar e essencialmente ser bom a ouvir. Se todos formos bons no que fazemos, faremos todos juntos com que respeitem e tornem este pequeno país que é portugal um país insigne.
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