Todos os dias deparamos com a força importuna da sociedade que dita uma imagem, uma forma de ser e de estar. Apartir daqui constrói-se uma forma de viver, adequada a essa ideologia, que acaba por nos influenciar. Insignificantes, neste mar salgado, apaziguado com lagrimas doces daqueles que procuram e não encontram a luz neste universo apagado, repleto de sombras… Nesta vida, de aparências, psedo-aparências, na maior parte dos casos, onde existem marionetas nas mãos duma sociedade que tem todas as suas linhas encruzilhadas, pois esta também é subjugada no poder do mundo fantástico da mentalidade consumista. Daqui surge a necessidade de sobressair, galvanizando o sumo de um fruto doce com a marca de um rotulo carimbado pela visão putrificada pelo meio aderente. No entanto, em toda regra há excepção, e como não deveria de deixar de ser, o que é raro é precioso. Como tal é nessas coisas que nos devemos concentrar. Para quê viver rodeado de diamantes se não temos a comida, a agua que nos s...