A genialidade da construção desta máquina que é o ser humano, supera a própria compreensão. Será que algum dia, há-de ser decifrado o código que em nós foi escrito, encriptado com símbolos que nem nós mesmos os compreendemos…
Como podemos racionalizar um sentimento, como podemos exprimir um sentimento. Poderemos nós criar uma máquina semelhante a nossa? Podemos. Mas será sempre tão imperfeita como nós.
Por muito que tentamos procurar o saber das coisas, nunca seremos capazes de atingir o tal saber, o conhecimento absoluto. Se há coisas impossíveis, essa é uma dessas. Isso, sim! É um conhecimento absoluto.
Há coisas, momentos, que retém nas nossas memórias, tornam-se em lembranças. Pequenos pedaços de vida ficam soltos vagueando na nossa cabeça. Palavras sublinhadas de um texto inacabado permanecem num livro de páginas em branco. Incompreensível?! Sim são os recortes das folhas, no Outono, que pairam no ar, desgastadas pelo cansaço e pela tortura do frio e das chuvas.
Impensável é o tamanho do universo, é o peso de um raio de sol, é a cor de um sentimento. Compreender o incompreensível, admitir, o inadmissível, acreditar no inacreditável.
Mas o que é isto? A motivação de continuar, a motivação de procurar, a motivação de vencer. O mistério fascina, a escuridão assusta. A luz apazigua-nos. O procurar pelo outro lado da moeda preenche-nos.
Afinal, qual a finalidade deste texto. Nenhuma?! Não sei, duma coisa sei. “Somos pó e em pó nos vamos tornar”. Palavras soltas que têm significado? Também não sei.
Porquê perdemos tanto tempo com tantas perguntas se não procuramos as suas respostas?? Assim somos nós, imperfeitos! Incompreensíveis, impensávelmente insatisfeitos.
Comentários
Então tens 1blog:) Qd tiver tempo vou ler e deixar 1comentário em condições:)
Jks:-)