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"A luz, sombra de Deus..."

A religião, quando se toca como assunto é sempre delicada de abordar. Todos os dias assistimos a conflitos provocados pela religião. Guerras, manifestações, desavenças políticas, … Deus, um ser infinitamente bom, portador de uma compreensibilidade vastamente grande, e deixa este mundo cheio de complexas equações por resolver. Entre quais, problemas que para a nossa limitada compreensão não fazem qualquer sentido. Tristemente, vemos pessoalmente todos os dias pessoas a pedir nas ruas para poderem no final do dia conseguirem comer alguma coisa, não seja para não sentirem aquela dor no estômago, fatigando-lhes o corpo. Ou, quando estamos sentados comodamente nos sofás a ver televisão, e assistimos a uma reportagem sobre aquelas pessoas que morrem lentamente pela fome, pelas doenças que se curam com uma simples vacina no “primeiro mundo”… Pois, será que para nascer é preciso ter sorte? Foi Deus, que não decidiu colocar-nos num cenário diferente? E, porquê? Por curiosidade, porque é que...

O conhecimento, prazer, dever ou obrigação

O conhecimento comumente é deparado como sendo um dom no seu sentido mais ingénuo. Claro, que podemos concordar com essa permissa, aferindo que é um dom tingível pela vontade das pessoas. Portanto pussuir conhecimento não é nada de estraordinário é uma coisa vulgar, acessível a todas as pessoas. Por norma, todas as pessoas têm um sentido especial para execuir determinado tipo de coisas, ou por outras palavras, é bom a fazer determinado tipo de tarefas. São especialistas e muitas vezes perfeccionistas, expandindo para o além mediano das coisas. É aqui que surge a curiosidade, aquela vontade aguçada de procurar saber. Uma vez que, quando se tenta transpor, existe a necessidade de um suporte, são necessárias permissas para elaborar uma ideia, ou melhor são necessárias paredes para segurar um telhado. Portanto para ter um telhado tem que haver primeiro as paredes... No início da abordagem acaba-se por dizer que o conhecimento é um dom, mas é assim que é visto de forma rudimentar na socieda...

Ganhar dinheiro na internet de modo fiável

Na Internet, sendo um mundo imensamente vasto deve haver sempre uma forma ou outra de se poder fazer uns trocos nos tempos livres. Foi assim que eu pensei! Daqui, surge uma vasta pesquisa através do google, porém a maior parte dos sites que "atracava" para recolher informação. Esta era apresentada da forma típica de publicidade enganosa. Como diz o ditado, tentando "vender gato por lebre". No entanto, acabei por me aculturar de um tipo de método que parece rentável tanto para a entidade que nos fornece o serviço, quanto a nós, utilizadores. As empresas que necessitam que divulguem os seus produtos e a si própria, recorrem a sites que permitam essa mesma divulgação. Os sites agregam essa publicidade e combram um x por cada click. Acontece que alguns sites mais engenhosos decidiram rentabilizar o click, estes registam utilizadores que queiram clickar em anúncios e em troca pagam-lhe uma cuantia. E, a ciência de tudo isto reside aí mesmo, uma vez que quantos mais click...

Arte de programar

Parece idiota perguntar se um programa de computador pode ser uma obra de arte. Talvez se for um programa para uma instalação de arte moderna, parte de uma obra maior. Mas o nosso editor de texto ou sistema operativo não será. É uma máquina, tem uma função definida, executa-a. Não tem nada de artístico. Ou terá? Tentei e desisti começar por definir o que é a arte. Não sou especialista na matéria. Raciocinemos por exemplos. Arquitectura é arte. Pintura é arte. Fotografia é arte. Literatura é arte. Aonde a Programação parece destoar destes exemplos é em ter uma função bem definida, ser uma técnica usada para resolver problemas concretos. Mas será que destoa? A Arquitectura deve ser funcional. A Fotografia é uma técnica para registar imagens. Prefiro analisar a questão do ponto de vista do processo de criação. Se estiver a fazer uma qualquer tarefa mecânica, não acrescento arte ao processo. Sou eu próprio uma máquina. Mas embora os programas que escrevo sejam eles próprios máquinas, ...