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Portugal Anedótico

Acho que encontrei para onde queria ir! Águas frutadas lol A chamada conversa de bosta... Então vamos lá! É logo ali ao fundo das escadas... Não custa nada!!! lool Do putedo nah...Sr putedo faxabor!! Isto não é um extintor!!! É um abre latas!!! "Boate Azul, a partir de 5 cervejas, grátis uma mulher" Ora, mais um negócio de sucesso... ...de certeza que foi uma mulher que estacionou!!! Humm, não sei?! E esta!? "Vende.se bisiceletas en bão estado criansa e omen" Atenção esta língua já caiu em desuso... "Entre e messa a sua tensão arterial gratuitamente" - Meus Deus...

Triste olhar...

Trazias a tristeza no olhar nos olhos, espelho onde me vi parecia que se iam quebrar no olhar desse dia que senti Misturamos neles as cores pintamos filhos e mundos pareciam ledos os amores nos olhos assim profundos Foi pelos olhos que falamos quando a vida nos levou as palavras da boca como ramos De uma árvore que em nós secou e tudo quanto um dia amamos na tristeza dos olhos se findou

A vida, aparências… desilusões

Todos os dias deparamos com a força importuna da sociedade que dita uma imagem, uma forma de ser e de estar. Apartir daqui constrói-se uma forma de viver, adequada a essa ideologia, que acaba por nos influenciar. Insignificantes, neste mar salgado, apaziguado com lagrimas doces daqueles que procuram e não encontram a luz neste universo apagado, repleto de sombras… Nesta vida, de aparências, psedo-aparências, na maior parte dos casos, onde existem marionetas nas mãos duma sociedade que tem todas as suas linhas encruzilhadas, pois esta também é subjugada no poder do mundo fantástico da mentalidade consumista. Daqui surge a necessidade de sobressair, galvanizando o sumo de um fruto doce com a marca de um rotulo carimbado pela visão putrificada pelo meio aderente. No entanto, em toda regra há excepção, e como não deveria de deixar de ser, o que é raro é precioso. Como tal é nessas coisas que nos devemos concentrar. Para quê viver rodeado de diamantes se não temos a comida, a agua que nos s...

A vida, aparências… desilusões

Todos os dias deparamos com a força importuna da sociedade que dita uma imagem, uma forma de ser e de estar. Apartir daqui constrói-se uma forma de viver, adequada a essa ideologia, que acaba por nos influenciar. Insignificantes, neste mar salgado, apaziguado com lagrimas doces daqueles que procuram e não encontram a luz neste universo apagado, repleto de sombras… Nesta vida, de aparências, psedo-aparências, na maior parte dos casos, onde existem marionetas nas mãos duma sociedade que tem todas as suas linhas encruzilhadas, pois esta também é subjugada no poder do mundo fantástico da mentalidade consumista. Daqui surge a necessidade de sobressair, galvanizando o sumo de um fruto doce com a marca de um rotulo carimbado pela visão putrificada pelo meio aderente. No entanto, em toda regra há excepção, e como não deveria de deixar de ser, o que é raro é precioso. Como tal é nessas coisas que nos devemos concentrar. Para quê viver rodeado de diamantes se não temos a comida, a agua que nos s...

Homens, Mulheres, quem é mais intelegente??

A guerra dos sexos, também já pode ser discutida nas diferenças cognitivas entre ambas as partes. A verdade é que essas diferenças existem, e estão a ser estudadas por especialistas. Existe ainda muitas coisas no mundo cobertas pelo manto do mistério. O cérebro humano, é uma delas que continua a suscitar a curiosidade de muitas pessoas, inclusive especialistas do ramo. Durante uma pesquisa, acabo por perceber que, o mito generalizado pela maior parte das pessoas de que o cérebro humano não está a exercer todas as suas potencialidades. Acaba num mito mesmo, pois quem corrobora com isso mesmo é a especialista Suzana Herculano-Houzel. A especialista corrompe esta corrente de crenças de uma forma muito simples, e tenta explicar duma forma hipotética: “ Se são 10% da massa cerebral, 90% do que temos dentro da cabeça devem então ser dispensáveis. Se são 10% dos neurónios, os outros 90% devem ser silenciosos, ou então redundantes… ” Quanto a esta ideia facilmente podemos verificar a s...

"A luz, sombra de Deus..."

A religião, quando se toca como assunto é sempre delicada de abordar. Todos os dias assistimos a conflitos provocados pela religião. Guerras, manifestações, desavenças políticas, … Deus, um ser infinitamente bom, portador de uma compreensibilidade vastamente grande, e deixa este mundo cheio de complexas equações por resolver. Entre quais, problemas que para a nossa limitada compreensão não fazem qualquer sentido. Tristemente, vemos pessoalmente todos os dias pessoas a pedir nas ruas para poderem no final do dia conseguirem comer alguma coisa, não seja para não sentirem aquela dor no estômago, fatigando-lhes o corpo. Ou, quando estamos sentados comodamente nos sofás a ver televisão, e assistimos a uma reportagem sobre aquelas pessoas que morrem lentamente pela fome, pelas doenças que se curam com uma simples vacina no “primeiro mundo”… Pois, será que para nascer é preciso ter sorte? Foi Deus, que não decidiu colocar-nos num cenário diferente? E, porquê? Por curiosidade, porque é que...

O conhecimento, prazer, dever ou obrigação

O conhecimento comumente é deparado como sendo um dom no seu sentido mais ingénuo. Claro, que podemos concordar com essa permissa, aferindo que é um dom tingível pela vontade das pessoas. Portanto pussuir conhecimento não é nada de estraordinário é uma coisa vulgar, acessível a todas as pessoas. Por norma, todas as pessoas têm um sentido especial para execuir determinado tipo de coisas, ou por outras palavras, é bom a fazer determinado tipo de tarefas. São especialistas e muitas vezes perfeccionistas, expandindo para o além mediano das coisas. É aqui que surge a curiosidade, aquela vontade aguçada de procurar saber. Uma vez que, quando se tenta transpor, existe a necessidade de um suporte, são necessárias permissas para elaborar uma ideia, ou melhor são necessárias paredes para segurar um telhado. Portanto para ter um telhado tem que haver primeiro as paredes... No início da abordagem acaba-se por dizer que o conhecimento é um dom, mas é assim que é visto de forma rudimentar na socieda...